CIRCUITO TURÍSTICO REGIONAL

A região do sul de Minas Gerais em questão é caracterizada por suas belas serras, morros e vales, o que justifica seu grande potencial turístico natural.
Novos roteiros surgem para entreter nossos visitantes, assim como o roteiro rural-tecnológico que está compreendido no Circuito turístico “Caminhos do Sul de Minas” e circundeado pelo Circuito das Terras Altas da Mantiqueira, passando ali perto o Circuito da Estrada Real, que vem se desenvolvendo amplamente no Estado de Minas, valorizando ainda mais a região e o fortalecimento das novas modalidades de turismo nas montanhas da Serra da Mantiqueira.
 
---------------------------------------------------------------------------------
Circuito Caminhos do Sul de Minas (Fonte:www.descubraminas.com.br)

Constituído pelas cidades de Brasópolis, Conceição das Pedras, Cristina, Dom Viçoso, Itajubá, Maria da Fé, Pedralva, Piranguçú, Piranguinho, São José do Alegre e Wenceslau Braz, essa bela região produtora de leite e café revela surpresas por todos os seus caminhos. Cidades aconchegantes que bem traduzem a mineiridade.
Em Brasópolis, um dos lugares mais freqüentados é o Laboratório Nacional de Astrofísica, situado no alto do Pico do Dias, que tem quase 2.000 metros de altitude e é considerado um dos mais modernos observatórios do mundo.
A Fazenda Experimental da Epamig é uma das atrações de Maria da Fé. Em sua extensão, a fazenda abriga um lago, vegetação exuberante e um viveiro de mudas variadas  .
---------------------------------------------------------------------------------

Município Itajubá - MG

© Jair Antônio
(Fonte:www.descubraminas.com.br)

Para situar e descrever o potencial de atratividade turística da região, o município de Itajubá, no Sul do Estado de Minas Gerais, se encontra a 22° 26’ de latitude meridional, e 2º 33’ de longitude oeste do meridiano do Rio de Janeiro. Ou, mais acertadamente, 22º 25’ 30’’ de latitude sul, e 45º 27’20’’ a oeste do meridiano de Greenwich. O centro da cidade está, em média, a 848 m de altitude. Nas penhas e morros do município encontram-se alturas que vão de 1.000 a 1.800 m. O cume da Serra da Água Limpa, nas divisas com Delfim Moreira, está a 1.900 metros de altitude, o ponto mais elevado do município e 1.287 na área urbana.
Com cerca de 90 mil habitantes, Itajubá está situada a meio caminho do eixo Rio-São Paulo, a 70 km da via Dutra, e a 60 km da rodovia Fernão Dias. Situa-se a 445 km de Belo Horizonte, 315 km do Rio de Janeiro e a 268 km de São Paulo.
Limita-se, ao norte, com os Municípios de São José do Alegre (3.940 habitantes) e Maria da Fé (14.888 habitantes); a leste, com Delfim Moreira (8.081 habitantes); ao sul, com Wenceslau Braz (2.652 habitantes) e Piranguçú (5.112 habitantes); a oeste com Piranguinho (7.927 habitantes).
A cidade exerce influência direta sobre 14 municípios da região, polarizando 48% da população do Sul de Minas e 6 % da população mineira.
As terras itajubenses estão nas encostas da Mantiqueira, e o conjunto geográfico é formado das seguintes serras principais: do Juru, do Ano Bom, do Goiabal, do Lourenço Velho, ao norte; da Água Limpa e dos Toledos, a leste; do Pouso Frio, ao sul; o Morro da Piedade e outras elevações menores, a oeste.
A área em questão situa-se próxima a pólos turísticos tais como o circuito das águas, distando 60 km de São Lourenço, a 10 km de Maria da Fé (conhecida por despontar no turismo rural, na produção de oliva e por ser considerada a cidade mais fria de Minas Gerais), além de estar próxima ao pólo turístico de Campos do Jordão – 40 Km;
A região do roteiro está também localizada na fronteira dos Circuitos Turísticos “Caminhos do Sul de Minas” e “Terras Altas da Mantiqueira” por ser divisa com municípios de Delfim Moreira (integrante do circuito Terras Altas da Mantiqueira);
A região apresenta grande necessidade de desenvolvimento sustentável, especialmente no que se refere ao desenvolvimento turístico, pois o turismo é um fator de desenvolvimento local, valorização da cultura regional e fixação da população no meio rural (geração de empregos e tentativa de evitar o êxodo rural);
O PIB per capita dos municípios variam entre R$ 2.000 a 3.000, segundo dados do ano 2002 (IBGE), e somente em Itajubá e Delfim Moreira chegam a R$ 7.600 e R$ 5.099, respectivamente.
A tecnologia proporcionada pelas universidades e indústrias da região caracteriza este roteiro também como tecnológico, onde o Parque de Alternativas Energéticas para o Desenvolvimento Auto-Sustentável - PAEDA cumpre o papel de ensino das tecnologias alternativas e já se iniciou um projeto de construção do parque tecnológico de Itajubá, também relacionado à Unifei, no Bairro Juru, a cerca de 10 km do Parque.
Existe um atual interesse político grande no desenvolvimento turístico de Itajubá, além de uma forte mobilização entre os municípios da região, com o maior envolvimento da população sobre as atividades turísticas turismo, especialmente pelos eventos realizados entre o PAEDA / UNIFEI e a Prefeitura Municipal de Itajubá - PMI;
Há a forte tendência ao crescimento do turismo educativo, ecológico e cultural no local do PAEDA, pois já havia a visitação à uma cachoeira e, atualmente o desenvolvimento de atividades de ecoturismo e turismo educativo no Parque – PAEDA / Unifei, junto às festas típicas, despertam a atenção e interesse da população local e do público em geral.

---------------------------------------------------------------------------------

O Parque de Alternativas Energéticas para o Desenvolvimento Auto-Sustentável – PAEDA e Pequena Central Hidrelétrica Luiz Dias

Inaugurado em 16 de setembro de 2004, o Parque de Alternativas Energéticas para o Desenvolvimento Auto-sustentável (PAEDA) é um rico ambiente de aprendizagem e um centro de inovações tecnológicas em energia e meio ambiente, que ocupa a área da Pequena Central Hidrelétrica Luiz Dias (PCH Luiz Dias). Localizada no rio Lourenço Velho, na sub-bacia hidrográfica do Rio Sapucaí, bacia do Rio Grande, no município de Itajubá, a 18 km do Campus da UNIFEI, cujo acesso se dá no quilômetro 08 da Rodovia Itajubá-Maria da Fé, num trajeto de 4km em estrada de terra e em médio estado de conservação.
Constituída de 38,96 ha de terras rurais, a área da PCH oferece vegetação de espécimes da mata atlântica, onde habitam animais silvestres, como: paca, capivara, lobo, macacos, sagüis, tucano, arara, maritaca.
O PAEDA é o primeiro parque a integrar os conceitos de energias alternativas, educação ambiental e lazer, associando aprendizado à diversão. Ele está situado no sítio hidrológico da Pequena Central Hidrelétrica Luiz Dias, em meio a uma rica diversidade de fauna e flora, às margens do rio Lourenço Velho. Entre os atrativos turísticos do parque destacam-se seus cursos, equipamentos técnicos educativos para estudos sobre energia, como monjolo, bomba de corda, carneiro hidráulico, micro turbinas, catavento entre outros; e atividades de ecoturismo, como o turismo rural e de aventura, como as trilhas interpretativas, a observação dos animais rurais e a descida do rio através do Acqua-ride.